| Victoria's Secret
* vermelho para começar bem o ano...
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
"Maybe one day you'll understand why everything you touch surely, it dies..."
Let her go
by Passenger
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
parece que a culpa é de Saturno...
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Ando quieta, sem paciência, sem forças ou coragem, calada, triste, introspectiva, anti-social, chorosa até, o que me tira do sério pois nunca fui de chorar... Julguei que fosse por este mal estar que teima em não passar, que fossem as desilusões, as perdas. Julguei que fosse do Inverno, da quadra natalícia que me rasga de dor pela ausência dos que já partiram.
Aparentemente a culpa é de Saturno e seus anéis. Esse planeta a incontáveis anos luz está a foder-me à distância, e o pior é que não estou a desfrutar.... Segundo a astróloga (se os imperadores podiam ter uma eu também posso, ok?) esse cabrão, que é uma péssima influência, está a atravessar o meu ascendente e isso parece que não é bom. Na verdade o gajo já lá anda há dois anos, e, diz-me a senhora, que não deveriam ter sido dois anos fáceis (a acertar o passado é competente, confirmo). A boa notícia é que já no início do ano o gajo vai pregar para outra freguesia, que é como quem diz para outro signo, pode ser que então eu volte a gostar de pessoas...
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
sábado, 20 de dezembro de 2014
pedaços de ti...
De noite só quero vestido
o tecido dos teus dedos
e sobre os ombros a franja
do final dos cabelos
do final dos cabelos
Sobre os seios quero
a marca
do sinal dos teus dentes
a marca
do sinal dos teus dentes
e a vergasta dos teus
lábios
a doer-me sobre o ventre
lábios
a doer-me sobre o ventre
Nas pernas e no pescoço
quero a pressão mais
ardente
quero a pressão mais
ardente
e da saliva o chicote
da tua língua dormente
da tua língua dormente
Maria Teresa Horta
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Das mãos que me embalam...
quisera beijar as tuas velhas mãos uma vez mais. Quisera aquecer os meus dias com o calor dessas tuas mãos. As mãos que sempre me acolheram. As mãos que me guiam...
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
só porque não tens pé não significa que vais afogar...

é quando te encontras no sítio que mais te aterroriza que consegues as forças para resistir...
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
million dollar question...
"Se pudesses ser feliz, verdadeiramente feliz, por pouco tempo, mas soubesses desde o início que essa felicidade terminaria em tristeza e te traria dor, escolherias experimentá-la ou evitá-la-ias?"
Karla Saaranem, in Shantaram
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
domingo, 14 de dezembro de 2014
hoje é dia de distribuir presentes...
(e reviver aquele mítico 7/10/2010 saberia tão bem num dia como hoje...)
em todas as ruas te perco...
Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto tão perto tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura
Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
Mário Cesariny, in "Pena Capital"
sábado, 13 de dezembro de 2014
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Do sono que embala os sonhos...

Já dormi em comboios, já dormi em aeroportos. Já dormi numa discoteca, complemente sóbria. Já dormi de noite na praia, embalada pelo som do mar, e de dia com o sol a queimar a pele. Já dormi em camas frias. Tendas. Hotéis luxuosos, hostels manhosos. Já dormi com quem queria e com quem me queria. Já dormi nua. Já dormi de sapatos. Já dormi vestida apenas com dois braços, num abraço que aquecia corpo e alma. Já dormi para não pensar, já dormi para não sentir, já dormi apenas para sonhar. Já dormi a chorar. Já dormi a sorrir, a falar. Já dormi no meio do deserto debaixo das estrelas. Já dormi com quem sonhei. Já dormi com quem me sonhou. E durmo e sonho e nos sonhos dormidos nada dói, tudo passa.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
naufrágios....

"Alguns amores são assim, a maioria deles, pelo que vejo. Começas a sentir o coração como se este fosse um barco salva-vidas a abarrotar. Para que ele flutue, é necessário atirares o orgulho borda fora e, a seguir, a tua independência. Após algum tempo, começas a libertar-te das pessoas: conhecidos, amigos, mas ainda não é suficiente. O barco salva-vidas continua a afundar-se e sabemos que nos vai arrastar com ele".
Karla Saaranem, in Shantaram
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
ready or not*
* I’ve learned, from Aaron and my father’s death and my mother’s graceful entrance into widowhood, that this is what being an adult is: doing everything before you are ready. There is no syllabus for life that helps your graduate to the next event. It is happening all around you, all the time. This life itself is the lesson and the test and there is no honor roll, just the sum of your relationships and actions and how you feel when you lay down to go to sleep at night.
I thought I was ready to say goodbye to Aaron. “It’s okay,” I told him, “I’ll be okay.” Every labored breath was truly work for his body. The pain of a brain tumor was so immense that he was on a list of narcotics I’d only heard about drug addicts using.
The moment he was gone, I wasn’t ready anymore, and I was filled with a crippling sense of doubt. Was I good enough for you? Did I make this easy enough? Why did I get mad at you for forgetting garbage day??
I’m not ready for the big, empty space in our bed. I’m not ready to go to the Sleater-Kinney show without him. I’m not ready to watch The Walking Dead or to tell a bright, inquisitive toddler that his papa is in his heart, not in our bedroom sleeping.
I’m not ready, but I learned how to reconnect our AppleTV. I changed the filter on our furnace and cleaned our dehumidifier. I booked a trip to Lutsen, Minnesota, our anniversary destination, even though he won’t be sitting beside me in the front seat, criticizing my music choices and my driving.
I’m not ready for a world where my father and Aaron aren’t here, where Ralph doesn’t have a new sibling arriving in April. But that’s the world I have and that is LIFE: ready or not, here it comes. Exactly as it wants to.
A história conta-se em duas linhas, um grande amor abruptamente interrompido pela doença. O blog, conta-nos mais, muito mais, uma deliciosa história de amor e companheirismo, de luta e morte e por fim sobrevivência de um amor que perdurará mesmo depois da partida. Um blog para sorrir e chorar. Aqui.quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
escolhas de uma vida...

E, a escolha que se faz, entre odiar e perdoar, pode tornar-se a história de uma vida.
in Shantaram
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
trechos de uma história de amor...

Quatro anos depois do momento que ditou o fim abrupto de uma relação intensa e que durou doze anos, ela, encorajada pelo álcool, enviou-lhe uma mensagem a dizer que precisavam falar. Porque há conversas que não prescrevem. Ele tentou resistir, mas sabia que era inevitável. Ela mexia demasiado com ele. Sempre mexeu. E quatro anos não chegam para apagar tudo o que ele sentia por ela. Encontraram-se. Choraram, riram, falaram por horas. Aquele ódio que ambos diziam sentir, perdeu a máscara e acabaram nos braços um do outro. Era amor. Continuaram, de mãos dadas o seu caminho, como se este interregno de quatro anos nunca tivesse existido.
Parece um trecho de um qualquer romance piroso e lamechas da Nora Roberts ou de Nicholas Sparks, mas não, é a vida real a acontecer. Porque a realidade supera muitas vezes a ficção, sobretudo no amor...
sábado, 29 de novembro de 2014
terça-feira, 25 de novembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
coisas que me revoltam...
Ver como neste país a crítica suplanta sempre o elogio. É sempre mais fácil e aceitável criticar quem faz. É uma coisa muito portuguesa, a par da inveja. Não há o benefício da dúvida, não há o esperar por resultados, o opinar em posse de todas as informações, então esse, nunca existiu. Toda a gente fala do que não sabe, e não é falar, é maldizer. Parte-se logo para a crítica, só porque sim.
Neste momento, que é histórico, algumas personalidades deste país estão preocupadas pelo modo como o ex primeiro ministro foi detido, e não pelas razões que o levaram a essa situação. As personalidades (algumas delas ligadas aos meios judiciais) não têm conhecimento do processo, não sabem quais os factos que levaram às opções que foram tomadas, no entanto não têm qualquer pejo em criticar publicamente aqueles que, a custo de muito sacrifício pessoal, estão a fazer o seu trabalho. E de repente, aqueles que deveriam ser os heróis da história aparecem como vilões. E a comunicação social lá vai alimentando este circo de feras...
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
trabalhem homens...

Cada mulher é única, singular, diferente de todas as outras. Para dar prazer a uma mulher não é necessário conhecer muitas, mas conhecer bem, muito bem aquela que se pretende agradar. E gostar, gostar muito dela... Dá trabalho descobrir o seu corpo a cada milímetro. Saber onde tocar, quando tocar. Porque o sexo não é matemática, não tem formula. Dá trabalho chegar ao prazer. E o melhor é que tenhas prazer nesse trabalho...
sábado, 15 de novembro de 2014
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
das palavras que nos tocam...

"não há quarto demasiado escuro onde eu não te vá buscar se me pedires"
(obg. meu doce )
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Nem sempre o mundo pula e avança, por vezes pula e retrocede...

"Sonho com um mundo onde todos os seres humanos se tratarão uns aos outros como irmãos, onde terão desaparecido todas e quaisquer considerações de ordem racial e religiosa e onde as pessoas poderão viver, obedecendo à verdadeira palavra de Deus, tal como esta lhes foi transmitida pelos Seus profetas Moisés, Cristo, Confúcio, Buda e Maomé",
Califa Abdul Mejid, 1924' in O Orientalista, Reiss Tom
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
I do not wish to cause you any pain...
I loved you, and I probably still do,
And for a while the feeling may remain...
But let my love no longer trouble you,
I do not wish to cause you any pain.
Alexander Pushkin
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
um país não é uma ilha...
O gigante permanecerá adormecido. Trilha o seu caminho orgulhosamente só, pois acredita não precisar de amigos. Confraterniza, aqui e ali, com os vizinhos, os mesmos que ruminam o bolivarismo, e lutam contra moinhos de vento a que chamam imperialismo. Vive deslocado no tempo. Perde-se na sua imensidão, ignorando o tamanho do mundo que o acolhe. Poderá um gigante sofrer de complexo de inferioridade?
Acha que tem tudo e por isso não precisa de ninguém. Afasta-se de quem se aproxima. Não dá a mão a ninguém e recusa a mão de quem oferece. Desconfia de todos. Definha na sua solidão. O que teme afinal o gigante?
De que vale ser gigante se vive refém da pequenez de quem o governa?
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
terça-feira, 21 de outubro de 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
procura-se esse cara...
Cresci a ouvir Roberto Carlos. Não posso dizer que sou uma fã do Rei da música, mas a verdade é que este senhor compôs a banda sonora de muitas memórias que guardo com carinho, como as idas para a praia no bolinhas da tia Bia, um Honda mini, de onde saiam vibrantes sons quer do auto-rádio (o mecanismo que melhor funcionava naquele carro) quer das goelas desafinadas das histéricas ocupantes e que não deixavam indiferentes quem por nós passava.
Há muitos anos que não ouvia RC, até que há dias tropecei nesta música e, mais uma vez me rendi ao Rei. Não há dúvidas que este senhor percebe muito de música mas, sobretudo percebe muito de mulheres. Para aqueles homens que passam a vida a queixarem-se que não sabem o que as mulheres querem, Roberto Carlos encontrou a resposta, é uma cara assim que toda a mulher sonha. Você é esse cara??
O cara que pensa em você toda hora
Que conta os segundos se você demora
Que está todo o tempo querendo te ver
Porque já não sabe ficar sem você
E no meio da noite te chama
Pra dizer que te ama
Esse cara sou eu
O cara que pega você pelo braço
Esbarra em quem for que interrompa seus passos
Está do seu lado pro que der e vier
O herói esperado por toda mulher
Por você ele encara o perigo
Seu melhor amigo
Esse cara sou eu
O cara que ama você do seu jeito
Que depois do amor você se deita em seu peito
Te acaricia os cabelos, te fala de amor
Te fala outras coisas, te causa calor
De manhã você acorda feliz
Num sorriso que diz
Esse cara sou eu
Esse cara sou eu
Eu sou o cara certo pra você
Que te faz feliz e que te adora
Que enxuga seu pranto quando você chora
Esse cara sou eu
Esse cara sou eu
O cara que sempre te espera sorrindo
Que abre a porta do carro quando você vem vindo
Te beija na boca, te abraça feliz
Apaixonado te olha e te diz
Que sentiu sua falta e reclama
Ele te ama
Esse cara sou eu
domingo, 19 de outubro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
too many times...
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| Chung Hing sam lam (1994) |
É inevitável. Seja porque escolheste não viver, seja porque foste traído (a), seja porque não foste correspondido (a), seja porque de alguma forma o perdeste. E todos nós já perdemos alguém que amávamos muito. Não sairás desta vida incólume. O teu coração vai partir-se. Vai ficar em cacos, uma e outra vez. A única forma de lutar contra isso é aceitar e, com força e resiliência, voltar a montar esse castelo de cartas de cada vez que ele se desmorona.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
caminha pelos teus pés...
A vida não tem guião, pelo menos um que tu conheças. As escolhas da maioria não têm obrigatoriamente que ser as tuas escolhas. Nem toda a gente tem que estudar, tirar um curso, arranjar um bom emprego, casar ter filhos, reformar-se e esperar morrer. Tudo isso são opções, não obrigações. Podes fazer tudo isso com outra ordem cronológica, podes optar por não fazer nada disso, podes fazer exactamente o contrário. Podes fazer o que quiseres desde que isso te faça feliz. Ninguém se sobrepõe a ninguém pelas escolhas que faz. Ninguém é ou será mais que tu só porque optou por fazer o que a sociedade dita. Ninguém é verdadeiramente feliz quando o é pelos outros. Segue o teu caminho, faz o teu percurso, comete os teus erros e, um dia mais tarde, sozinho contigo mesmo se deres contigo a sorrir, saberás que fizeste o certo. Porque o certo está, na maior parte das vezes, do lado oposto ao esperado...
sábado, 11 de outubro de 2014
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
arruma-te...

Organiza-te. Arruma tudo em malas. É a tua bagagem. Em baixo pões as más recordações, os momentos mais difíceis que atravessaram, as incompreensões, as discussões. Arruma tudo bem arrumadinho, podes amarrotar para caber melhor e ocupar menos espaço. Se tiveres a tentação de deitar fora, não o faças, lembra-te que tudo é uma lição, poderás ter de voltar a essa matéria...
Por cima coloca as boas recordações. Os sorrisos que deste, as gargalhadas que não pudeste conter, os abraços apertados nos momentos certos. Os beijos carinhosos na testa. Os orgasmos fantásticos. os dedos entrelaçados na hora de dormir. Os passeios junto ao mar. As reconciliações arrebatadoras. Os jantares a dois. As músicas dos dois. As sessões de leitura. A cumplicidade. A certeza de que naquele momento ele era tudo o que tu precisavas, por isso foste feliz. Arruma tudo com carinho, não amarrotes para que a lembrança não se estrague, e para que, sempre que abras essa mala, o sorriso te volte como que por magia.
Guarda sempre por perto tudo o que te fez feliz... mas guarda, pois só arranjando espaço para coisas novas é que estas aparecem...
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
o que fizeres, faz com amor.......
Unless it comes unasked out of your heart and your mind and your mouth and your gut, don’t do it.
If you’re doing it for money or fame, don’t do it.
If you’re doing it because you want women in your bed,
don’t do it.
If it’s hard work just thinking about doing it,
don’t do it.
If you have to wait for it to roar out of you,
then wait patiently.
If it never does roar out of you,
do something else.
Unless it comes out of your soul like a rocket,
unless being still would drive you to madness or suicide or murder, don’t do it.
Unless the sun inside you is burning your gut, don’t do it.
When it is truly time,
and if you have been chosen, It will do it by itself
and it will keep on doing it until you die
or it dies in you.
There is no other way.
And there never was.
Charles Bukowski
music is the answer...
(Se há banda que me deixa bem disposta são os Beach Boys. Sabem a sol, cheiram a maresia e inundam tudo com um eterno Verão. Esta versão do mítico God only knows, produzida pela BBC Music para celebrar o seu aniversário, está brutal! Nada como num cinzentão e chuvoso dia de Outubro, nos deixarmos inundar por boa música...)
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Alfama é linda..........






Fotos Artur Pastor década de 50 e 60
Tenho um fascínio por Alfama. Na verdade sou uma nortenha puro sangue que se perde de amores pela capital, terra de mouros e infiéis. Mas Alfama, Alfama arrebata-me o coração. Aquelas ruelas estreitas, a calçada escorregadia, as subidas intermináveis, o Tejo sempre ali à espreita na brecha dos edifícios caiados de branco e telhados laranja. O céu de um outro azul, um azul que brilha mais, que nos inunda e nos faz acreditar que, a ter cor, o amor será certamente azul, aquele azul. As vozes, que ali soam alto, os vizinhos que se cumprimentam, e cumprimentam quem por ali passa. A roupa a secar nas janelas, os putos a jogar à bola nas ruas e, por momentos esquecemos que estamos numa capital europeia. É assim Alfama, a Alfama das minhas memórias, a Alfama de muitas histórias, a Alfama onde sempre regresso.
Um dia ainda me mudo para Alfama...
Um dia ainda me mudo para Alfama...
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