segunda-feira, 24 de novembro de 2014

coisas que me revoltam...



Ver como neste país a crítica suplanta sempre o elogio. É sempre mais fácil e aceitável criticar quem faz. É uma coisa muito portuguesa, a par  da inveja. Não há o benefício da dúvida, não há o esperar por resultados, o opinar em posse de todas as informações, então esse, nunca existiu. Toda a gente fala do que não sabe, e não é falar, é maldizer. Parte-se logo para a crítica, só porque sim.
Neste momento, que é histórico, algumas personalidades deste país estão preocupadas pelo modo como o ex primeiro ministro foi detido, e não pelas razões que o levaram a essa situação. As personalidades (algumas delas ligadas aos meios judiciais) não têm conhecimento do processo, não sabem quais os factos que levaram às opções que foram tomadas, no entanto não têm qualquer pejo em criticar publicamente aqueles que, a custo de muito sacrifício pessoal, estão a fazer o seu trabalho. E de repente, aqueles que deveriam ser os heróis da história aparecem como vilões. E a comunicação social lá vai alimentando este circo de feras...


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

trabalhem homens...

Foto: Irreversible (2002)


Cada mulher é única, singular, diferente de todas as outras. Para dar prazer a uma mulher não é necessário conhecer muitas, mas conhecer bem, muito bem aquela que se pretende agradar. E gostar, gostar muito dela... Dá trabalho descobrir o seu corpo a cada milímetro. Saber onde tocar, quando tocar. Porque o sexo não é matemática, não tem formula. Dá trabalho chegar ao prazer. E o melhor é que tenhas prazer nesse trabalho...


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Nem sempre o mundo pula e avança, por vezes pula e retrocede...





"Sonho com um mundo onde todos os seres humanos se tratarão uns aos outros como irmãos, onde terão desaparecido todas e quaisquer considerações de ordem racial e religiosa e onde as pessoas poderão viver, obedecendo à verdadeira palavra de Deus, tal como esta lhes foi transmitida pelos Seus profetas Moisés, Cristo, Confúcio, Buda e Maomé",

Califa Abdul Mejid, 1924' in O Orientalista, Reiss Tom

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

I do not wish to cause you any pain...





I loved you, and I probably still do,
And for a while the feeling may remain...
But let my love no longer trouble you,
I do not wish to cause you any pain.



Alexander Pushkin